A partida final da Taça Paraná, ocorrida no último sábado (13), foi marcada por uma grande confusão no gramado do estádio José Carlos de Oliveira Sobrinho, em Curitiba. O confronto entre Capão Raso e Trieste culminou em 20 expulsões após uma série de agressões envolvendo jogadores e torcedores.
O árbitro Lucas Paulo Torezin registrou em sua súmula a briga que levou à interrupção do jogo durante a disputa de pênaltis. O documento oficial aponta que, devido às invasões de campo e à falta de segurança, não foi possível aplicar os cartões vermelhos diretamente em campo.
Ao todo, 11 atletas do Capão Raso e 7 do Trieste foram expulsos, além de dois integrantes das comissões técnicas, um de cada equipe. Durante o tumulto, o atacante do Trieste, Bill, foi agredido e necessitou de atendimento médico, sendo levado ao hospital. Informações indicam que o ex-jogador de Corinthians, Santos e América deixou o estádio desacordado. O zagueiro Jair também recebeu atendimento e, segundo uma reportagem do portal UmDois Esportes, ambos estão bem.
A Federação Paranaense de Futebol expressou sua indignação com os eventos que se desenrolaram na final da 60ª Taça Paraná. O jogo foi interrompido após a briga em massa e as invasões de torcedores durante a decisão por pênaltis, levando o árbitro a encerrar a partida por questões de segurança, sem que um campeão fosse definido.
A FPF pediu desculpas a todos os fãs do futebol amador do estado e enfatizou que episódios de violência não condizem com os princípios que o esporte deve promover. A entidade também anunciou que as imagens do incidente serão enviadas ao Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-PR) para as devidas providências.