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Especialista destaca 4 práticas que promovem a saúde cardíaca e a longevidade

O coração, um dos órgãos mais importantes do corpo humano, desempenha o papel vital de bombear sangue através dos vasos sanguíneos e regular a pressão arterial, sendo crucial para a sobrevivência. Para aqueles que almejam viver até ou além dos 100 anos, é fundamental cuidar desse “comandante” do sistema cardiovascular, conforme indica o cardiologista Marcelo Bergamo.

Segundo o especialista, os hábitos de vida que uma pessoa adota têm um impacto direto na sua saúde. “Indivíduos que estão informados sobre o que é saudável e sabem fazer escolhas conscientes tendem a desfrutar de uma qualidade de vida superior e a viver por mais tempo,” ressalta.

O cardiologista identificou quatro hábitos benéficos que favorecem a saúde do coração e, por consequência, a longevidade:

1. O coração é um dos órgãos mais importantes do corpo humano.
2. Uma alimentação balanceada contribui para uma vida mais longa.
3. As doenças cardiovasculares são a principal causa de óbitos no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.
4. Exercitar a mente é um fator importante para uma vida prolongada.

Em uma conversa com a coluna de Claudia Meireles, Bergamo destacou quatro práticas diárias que se concentram em alimentação, bem-estar e nutrição, que são essenciais para cuidar do coração e promover uma vida longa.

Ele enfatiza que adotar hábitos saudáveis, como manter uma dieta equilibrada, praticar exercícios físicos, ter um sono reparador e gerenciar o estresse, pode levar a um aprimoramento significativo na saúde do coração, do corpo e da mente.

O especialista aponta a obesidade como um dos principais fatores de risco que podem comprometer a longevidade, mas que podem ser mitigados por mudanças no estilo de vida. Além disso, menciona que outras condições derivadas de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, dislipidemia, ácido úrico elevado e gordura no fígado (esteatose hepática), também são preocupações. Ele ainda inclui problemas osteoarticulares que podem impactar a saúde a longo prazo.

“O esforço do ser humano para manter-se dentro de limites saudáveis de peso, considerando que as novas diretrizes não se limitam apenas ao peso na balança, mas também à composição corporal (massa magra versus gordura), já o coloca em uma posição vantajosa para alcançar uma longevidade saudável e sem restrições,” conclui o cardiologista.

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