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Cuca reprova a Conmebol pela sanção ao Atlético e pede maior rigor nas punições por racismo: “A situação é minimizada”

Na noite da última quarta-feira (11), o Atlético venceu o Deportes Iquique por 4 a 0 no Mineirão, mas enfrentou a partida com os portões fechados. O clube mineiro recebeu essa penalização da Conmebol devido ao uso de sinalizadores durante a semifinal da Copa Libertadores do ano passado, contra o River Plate. Como resultado, o Galo também terá que disputar sua próxima partida sem o apoio de sua torcida.

O técnico Cuca não escondeu sua insatisfação com a decisão da Conmebol. Em entrevista coletiva após o jogo, ele criticou a entidade, citando um incidente recente. “Recentemente, na final do Campeonato Paulista, todos os sinalizadores foram acionados ao mesmo tempo. E o que fez o árbitro? Permitiu que o jogo seguisse. Isso interferiu em que? É errado? Claro que sim, mas não é o maior dos erros”, argumentou.

O Atlético tentou contestar a punição no Tribunal Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça, mas seu apelo foi negado. Assim, a próxima partida em Belo Horizonte, contra o Caracas, marcada para o dia 15 de maio, também ocorrerá sem a presença dos torcedores.

Cuca aproveitou a oportunidade para criticar a postura da Conmebol em relação a casos de racismo. Para ele, as penalidades impostas são muito brandas. “Quando se trata de racismo, a Conmebol acaba minimizando a situação, aplicando apenas uma multa simbólica ou escrevendo uma carta. Isso não resolve o problema de forma definitiva”, declarou.

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