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Filha de Karoline Lima morde colegas; educadora explica fase

A influenciadora Karoline Lima revelou nesta quarta-feira (2/4), em suas redes sociais, que tem recebido mensagens da professora de sua filha Cecília, de 2 anos, fruto de seu relacionamento com o jogador Éder Militão, relatando que a menina tem mordido colegas na escola — em especial, uma amiga próxima.
Karoline contou que conversa bastante com a filha sobre o assunto, mas ainda não compreende os motivos por trás do comportamento. Ela também mencionou que pretende iniciar o acompanhamento terapêutico assim que a menina completar 3 anos, por acreditar que, nessa fase, Cecília poderá participar melhor das atividades.
Segundo a psicopedagoga e assessora escolar Andrea Nasciutti, morder é uma forma comum de expressão durante a primeira infância, já que muitas crianças ainda não desenvolveram plenamente a oralidade para comunicar sentimentos com palavras.
“É normal que, nessa faixa etária, elas se expressem fisicamente. A mordida não é necessariamente um ato de raiva ou agressividade. Em alguns contextos, pode até representar carinho. É importante entender em que fase a criança está”, explicou.
Ainda assim, Andrea reforça que o comportamento precisa ser abordado. “Não é porque é comum que deve ser permitido. Afinal, é algo que machuca os colegas.
A intervenção deve ser feita com calma, por meio de frases curtas e objetivas, como: ‘Morder não. Morder machuca. Não pode morder’. E, ao mesmo tempo, indicar alternativas: se for raiva, a criança pode chorar; se for carinho, pode abraçar ou fazer um gesto gentil”, orienta.
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Ela destaca que o papel da escola também é fundamental, sobretudo quando as mordidas ocorrem com o mesmo colega. “Os educadores devem observar os gatilhos que levam ao comportamento e, sempre que possível, antecipar e prevenir. Às vezes, apenas desviar a atenção ou oferecer um acolhimento, como colocá-la no colo com carinho, já ajuda bastante”, pontua.
Por fim, a especialista alerta que castigos severos ou punições físicas não são eficazes. “Os pais não devem encarar isso como sinal de agressividade. Trata-se de uma fase do desenvolvimento infantil. A repressão excessiva pode piorar a situação”, finaliza Andrea.

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Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade