“Batman 2” está agendado para estrear em 1º de outubro de 2027. Enquanto aguardamos, por que não revisitar o longa estrelado por Robert Pattinson e refletir: será que este filme é um dos mais subestimados da história do cinema?
Em um vídeo para o Splash, o apresentador Arapê Malik defende essa ideia. Ele argumenta que o universo do Batman já demonstrou sua capacidade de conquistar até mesmo aqueles que não são fãs de filmes de super-heróis, como evidenciado em “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Coringa” (2019) — e a produção de 2022 também se enquadra nessa categoria.
Arapê destaca as críticas sociais presentes na obra. “O Batman interpretado por Robert Pattinson é descendente de uma elite extremamente corrupta, que gasta sua fortuna não em busca de justiça, mas em um ato de vingança contra essa mesma elite corrupta”, observa. Durante o desenrolar da trama, Bruce Wayne também descobre os segredos obscuros de sua família.
A elite de Gotham é relacionada ao mafioso Carmine Falcone. O apresentador faz uma conexão com a atualidade: recentemente, o coração econômico de São Paulo foi alvo de uma operação policial focada no PCC.
O filme “Batman” (2022) exemplifica a tendência de retratar vilões com motivações compreensíveis — por vezes, até mais convincentes do que as dos heróis. “O Charada busca expor e punir os corruptos, incluindo a família Wayne”, enfatiza Arapê.
Ele também elogia a atuação de Zoë Kravitz. “Sinceramente, ela é a melhor Mulher-Gato que já vimos no cinema”, afirma.