Na quarta-feira, 19 de novembro, a Justiça americana decidiu arquivar o processo de agressão sexual movido contra Vin Diesel. A queixa foi apresentada por Asta Jonasson, ex-assistente do famoso ator da série “Velozes e Furiosos”, em 2023, e alegava que o incidente teria ocorrido em 2000. As informações foram divulgadas pela revista Variety.
A decisão foi tomada pelo juiz Daniel M. Crowley, do Tribunal Superior de Los Angeles, devido à falta de jurisdição. Segundo as leis da Califórnia, que foram usadas pela ex-funcionária para protocolar a ação, não há aplicação extraterritorial, o que significa que não se aplicam ao estado da Geórgia, onde o suposto ato teria acontecido.
Os advogados de Jonasson afirmaram que pretendem contestar a decisão: “O Tribunal não se manifestou sobre a veracidade das alegações da Sra. Jonasson. Esse veredito se baseou em um tecnicismo jurídico, com o qual discordamos respeitosamente. A Sra. Jonasson tem a intenção de recorrer.” Por outro lado, o advogado de Diesel, Bryan Freedman, que já havia rejeitado as acusações, comemorou a decisão: “Agradecemos ao tribunal por encerrar este processo infundado. Estamos aliviados que esta questão tenha sido resolvida de forma definitiva.”
Asta Jonasson alega que foi vítima de agressão sexual por Vin Diesel em 2010, em um hotel em Atlanta, onde ele estava filmando um longa da franquia “Velozes & Furiosos”. Segundo a denúncia, o ator teria forçado a assistente a se deitar na cama, e ao tentar escapar, ela foi empurrada por ele, que supostamente tentou desabotoar suas roupas íntimas e a obrigou a tocar seu órgão genital.
Após o suposto incidente, Jonasson foi demitida pela irmã do ator apenas algumas horas depois. Ela havia trabalhado com Diesel por um breve período de nove dias, e o ator sempre negou as alegações. “Deixe-me ser muito claro: Vin Diesel nega categoricamente cada uma dessas alegações… Existem evidências que refutam completamente essas acusações absurdas”, declarou seu advogado.