Sean “Diddy” Combs está sob novas acusações, desta vez provenientes do produtor musical Jonathan Hay.
De acordo com uma reportagem da ABC, Hay afirma ter sido vítima de agressões sexuais em duas ocasiões diferentes, nos anos de 2020 e 2021. As alegações estão sendo investigadas pelo Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles.
O relato feito às autoridades indica que o incidente mais recente ocorreu em 2021, quando Hay foi convidado para o que acreditava ser uma reunião de trabalho, organizada por Christopher “C.J.” Wallace, filho do rapper Biggie Smalls e colaborador em um projeto musical.
Durante seu depoimento, o produtor contou que, ao chegar ao local, foi abordado por dois homens que o renderam. Em seguida, Diddy teria entrado na sala e o forçado a realizar sexo oral. Hay afirma ter fornecido vídeos e fotos que sustentam suas alegações. Por outro lado, Wallace negou completamente as acusações, chamando-as de “totalmente falsas e difamatórias” e sugerindo que se tratam de uma “campanha de difamação” contra Diddy.
Além disso, Hay mencionou um incidente anterior, ocorrido em 2020, quando o rapper supostamente se masturbou na frente dele durante uma sessão de fotos. O produtor disse que hesitou em formalizar a denúncia anteriormente devido à vergonha que sentiu em relação aos eventos.
Essas novas alegações surgem logo após a sentença que resultou na condenação de Diddy, em outubro, a quatro anos e dois meses de prisão por crimes relacionados à prostituição, atualmente cumprindo pena na penitenciária federal de Fort Dix, em Nova Jersey.