Em uma conversa aberta com Leo Dias, o anfitrião deste portal, Maiara compartilhou suas reflexões sobre a jornada de autodescoberta e crescimento emocional que está vivenciando. A artista revelou que, em um passado não muito distante, acreditava que precisava de alguém ao seu lado para se sentir realizada. Contudo, atualmente, ela desfruta de um período de liberdade e satisfação pessoal: “Percebi que o Brasil é vasto e repleto de pessoas; há inúmeras formas de ser feliz também sozinha”, declarou. Ela ressaltou a importância de se distanciar de relações que não acrescentam valor à sua vida.
Ainda durante a conversa, as irmãs que formam a dupla sertaneja Maiara e Maraisa abordaram o processo de amadurecimento que ambas estão enfrentando. Maiara comentou que sua rotina atualmente é repleta de atividades focadas no autocuidado e no equilíbrio emocional: “Hoje foi um dia incrível. Pratiquei pilates, fiz yoga e amei. Minha espiritualidade é um aspecto importante para mim. Fiz minha terapia, acordei e vim aqui fazer o que amo, que é cantar e conversar com você, além de estar com pessoas bacanas”, compartilhou, evidenciando sua dedicação a hábitos saudáveis e a momentos de qualidade consigo mesma.
Quando questionada por Leo Dias sobre a habilidade de encontrar felicidade na solidão, ela foi clara: “Sim, sozinha e ao lado de pessoas que me acrescentam. Não precisa ser um parceiro romântico ou alguém que só tira de mim”, afirmou. A cantora ainda enfatizou que seu amadurecimento incluiu o afastamento de relações prejudiciais, como amizades tóxicas: “Eliminei amizades e relacionamentos tóxicos. Agora, busco interagir com pessoas que me fazem bem. Se alguém não me agrega, digo: ‘Obrigada, foi um prazer’. E deixo a conversa para lá. É libertador! E sem remorso ou culpa”, refletiu, provocando risadas no jornalista.
Para Maiara, essa nova etapa simboliza a conquista da autonomia emocional e a leveza nas interações: “Cada um possui o poder de escolher, a liberdade de ser quem desejar e conviver com quem quiser. É isso”, concluiu. Nos últimos anos, a artista já havia sido franca ao afirmar que precisou se afastar de relações que considerava “tóxicas” para recuperar sua autoestima e bem-estar. Ela já havia discutido os impactos emocionais de experiências com relacionamentos abusivos, e lidar com cobranças, inseguranças e dinâmicas de controle fez parte de um processo que, hoje, ela descreve como “libertador”, ao se desvincular de relações que a machucavam.