Na última segunda-feira (6/10), durante um evento no Rio de Janeiro, Marina Ruy Barbosa compartilhou suas reflexões sobre autoestima e autoconhecimento. Em entrevista a Monique Arruda, do portal LeoDias, ela foi indagada sobre momentos em que se sentiu insegura e sobre as transformações que ocorreram em sua vida após completar 30 anos.
“Posso dizer que a autoestima é um processo contínuo, uma jornada de autodescoberta. Quando nos sentimos bem e confiantes, tudo flui de maneira mais leve e essa energia se irradia. Com o tempo, fui me entendendo melhor, conhecendo meu rosto, cabelo, corpo e descobrindo como me sentir mais à vontade”, começou.
Ela também abordou a busca pela valorização pessoal: “O que me faz sentir mais bonita? Como posso me valorizar mais? Elementos como moda, produtos de beleza e maquiagem servem, na verdade, para nos ajudar a nos conhecermos e a encontrarmos a nossa melhor versão.”
Marina destacou a influência da autoestima em sua carreira: “Com o tempo, percebo que isso também se reflete no meu trabalho e na minha trajetória profissional. A confiança e a beleza, de uma forma ampla, vão se consolidando. Ao olhar para o passado, vejo quantas coisas incríveis já realizei e quantos sonhos já alcancei.”
“É importante que eu tenha orgulho de quem sou, de onde vim e das experiências que vivi. A autoestima e a percepção que temos ao nos olhar no espelho não devem ser moldadas por modismos ou comparações; devem vir de dentro de nós”, concluiu.
Quando questionada sobre as mudanças após completar 30 anos no final de junho de 2025, ela respondeu: “Acredito que o autoconhecimento e as experiências vividas fazem toda a diferença. Comecei a trabalhar muito jovem, aos oito anos, como atriz, e cada vivência, tanto profissional quanto pessoal, contribui para que entendamos quem realmente somos.”
“Refletir sobre o que desejamos para o futuro e como queremos nos ver na próxima década é fundamental. Ao mudar de década, olhamos para trás e fazemos uma avaliação do que aprendemos, do que nos trouxe felicidade e conforto, das pessoas que nos cercam e das aspirações que temos. Esse processo de reflexão me ajudou a entender melhor o que quero e o que não quero para minha vida”, finalizou.