A equipe do artista Hungria e o Hospital DF Star confirmaram sua internação nesta quinta-feira (2/10), após o cantor apresentar sintomas como dor de cabeça, náuseas, vômitos e visão embaçada. A hipótese levantada é a de que ele tenha consumido bebida contaminada com metanol. Recentemente, em São Paulo, foram registradas ocorrências de intoxicação e até óbitos relacionados a bebidas adulteradas. Um amigo próximo do cantor conversou com o portal LeoDias e revelou detalhes sobre a noite que antecedeu o seu estado de saúde preocupante.
O amigo relatou que o cantor começou a se sentir mal após uma noite de consumo de bebidas. “Ontem à noite ele estava na casa de um amigo em Vicente Pires [Distrito Federal], e me convidou para ir até lá por volta da meia-noite. Por volta das 2h da manhã, ele pediu que trouxéssemos mais bebidas. Até aquele momento, tudo estava bem. Voltamos para casa por volta das 6h, e, de repente, ele começou a se sentir mal. Logo em seguida, foi levado ao hospital, e o restante das informações foram reportadas no boletim médico”, contou a fonte.
Vale mencionar que o artista esteve em Ribeirão Preto no dia 14 do mês passado. Em suas redes sociais, ele fez uma postagem sobre um show realizado na cidade: “No fim das contas, não se trata de fama ou aplausos. É sobre olhar ao redor e perceber que, de alguma forma, minha história também é a sua. Agradeço a Ribeirão Preto-SP, vocês são incríveis e apaixonantes.”
Hoje, este veículo teve acesso ao boletim médico: “Brasília, 2 de outubro de 2025 – O cantor Gustavo da Hungria Neves foi admitido no Hospital DF Star em 2 de outubro com sintomas de cefaleia, náuseas, vômitos, turvação visual e acidose metabólica. O tratamento especializado foi iniciado e, neste momento, o paciente está sob investigação para determinar a causa do quadro.”
Entre agosto e setembro deste ano, São Paulo registrou 17 casos de intoxicação por metanol, sendo 6 confirmados, 10 em investigação e 1 descartado. Infelizmente, cinco pessoas faleceram e algumas ficaram cegas. Normalmente, o Brasil contabiliza cerca de 20 casos anuais. O metanol é extremamente tóxico e pode resultar em morte.