Rita Cadillac refletiu sobre as repercussões de ter deixado seu filho, Carlos César, quando ele ainda era um bebê, com apenas um ano. A ex-chacrete se mudou para os Estados Unidos em busca de oportunidades e reencontrou César quando ele completou 9 anos.
Ela compartilhou que a marca do abandono permanece, mas que a decisão de partir foi necessária. “Eu precisei deixar meu filho para seguir em frente; era uma viagem inadiável para o exterior, e ele era tão pequeno. É doloroso saber que fui afastada dele e que disseram que eu havia morrido. Sempre procurei por ele e tentei estabelecer contato, mas nunca consegui”, revelou em uma entrevista ao programa No Alvo (SBT).
Quando finalmente encontrei uma forma de “resgatar meu próprio filho”, não hesitei. Levei-o para o Rio de Janeiro, e desde então, ele está ao meu lado.
Rita também mencionou que, na infância, César chegou a sentir vergonha de ser seu filho. “Os homens não o respeitavam e faziam comentários inadequados. Uma vez, um professor disse que achava minha mãe atraente; ele não se conteve e o agrediu, resultando em sua expulsão da escola”.
Essas experiências a levaram a questionar sua própria atuação como mãe. “Essas lembranças permanecem e me fazem pensar: ‘Eu fui uma boa mãe? Fui a mãe que ele sempre desejou?’. Acredito que sim, mas sempre há uma dúvida que pesa em meu coração”.