João Augusto Liberato enfrentou um extenso processo judicial com sua família até que a partilha da herança deixada pelo apresentador Gugu Liberato fosse concluída. Em uma conversa com a revista Quem, o jovem revelou que as desavenças ficaram no passado e que agora reina a harmonia entre sua mãe, Rose Miriam Di Matteo, e suas irmãs gêmeas, Marina e Sofia, de 21 anos. “Nossa relação se restabeleceu como antes. Minhas irmãs não residem comigo, pois estou morando com minha mãe nos Estados Unidos, mas tudo voltou ao que era”, comemorou o filho mais velho de Gugu.
Ele enfatizou que o vínculo familiar foi renovado: “Nós nos amamos, estamos conversando, somos uma família novamente. Isso era o que eu precisava para me sentir confortável e em paz após a morte do meu pai”, afirmou. João Augusto também expressou que o afastamento temporário o deixou triste: “Para mim, a família é a parte mais significativa de nossas vidas. Durante o período de separação por conta da disputa, isso me entristeceu. Meu pai sempre nos ensinou que a família é tudo. Isso realmente me machucou, mas graças a Deus conseguimos resolver tudo e estamos todos bem agora”, acrescentou.
Atualmente, o herdeiro de Gugu reside em São Paulo, onde busca realizar seu sonho de se tornar apresentador. Ele está distante da mãe e das irmãs, que permanecem fora do Brasil, com a intenção de iniciar sua carreira nas mídias digitais.
A herança deixada por Gugu foi estimada em R$ 1,4 bilhão. O litígio foi encerrado apenas em dezembro do ano passado, após cinco anos da morte do artista. O comunicador destinou 75% de seus bens aos três filhos e 25% aos cinco sobrinhos. Rose Miriam, mãe dos filhos do apresentador, não foi mencionada no testamento, o que gerou conflitos familiares.
Diante disso, Rose Miriam decidiu entrar com uma ação judicial para o reconhecimento de sua união estável com Gugu, contando com o apoio das filhas. No entanto, Aparecida Liberato, irmã de Gugu e nomeada por ele como inventariante dos bens, junto com João Augusto e Maria do Céu, mãe de Gugu, rejeitaram essa argumentação. Somente em agosto de 2024, a ex-companheira de Gugu desistiu da ação, renunciando ao reconhecimento. Com essa decisão, a partilha dos bens foi realizada conforme o testamento, que estipulava 75% dos bens para os filhos e 25% para os sobrinhos.