A desavença entre os irmãos Harry, 40, e William, 43, filhos do Rei Charles e da princesa Diana, parece distante de uma resolução, conforme reportado pela imprensa internacional.
O contexto da situação
A tensão entre os príncipes começou a ser amplamente divulgada em 2020, após o anúncio da saída de Harry e Meghan Markle da família real. No seu livro de memórias intitulado “Spare”, Harry narra um incidente ocorrido em 2019, que teria culminado em um confronto físico com William, que até agora não fez comentários sobre o episódio. O historiador britânico Robert Lacey afirma que a situação permanecerá inalterada até que Harry ofereça um pedido de desculpas.
“A divisão é extremamente profunda e duradoura”, afirmou Lacey à People. Por sua vez, Andrew Morton, biógrafo de Diana, considera essa disputa uma “grande perda para a monarquia” e acredita que, se estivesse viva, Diana teria procurado intermediar a situação.
Segundo a historiadora Amando Foreman, ambos os irmãos desejam resolver suas diferenças “em seus próprios termos”, o que torna a reconciliação “impossível”.
Apesar do distanciamento entre os irmãos, há rumores de que Harry e o rei Charles III, 76, estão se aproximando. Relatos indicam que as equipes de ambos têm se comunicado e que um encontro pode ocorrer no próximo mês, quando Harry retornará ao Reino Unido para compromissos como patrono da WellChild, uma instituição de caridade. Este será o primeiro encontro entre pai e filho desde o anúncio do diagnóstico de câncer de Charles, em fevereiro de 2024.
Em junho, surgiram relatos sobre uma reunião secreta entre representantes de Harry e Charles para discutir uma possível reconciliação. Meredith Maines, diretora de comunicações do duque e da duquesa, esteve em Londres para se reunir com a equipe britânica e parceiros relacionados aos patrocínios do duque.