Desde sua estreia em 2005, a “Dança dos Famosos” tem seguido uma fórmula característica para escolher seus participantes: um artista acima dos 60 anos, um galã em ascensão, uma modelo, uma nova promessa da música, um atleta, e um ator ou atriz coadjuvante que tenha recentemente ganhado destaque em alguma novela. Com a chegada de Luciano Huck ao “Domingão”, algumas mudanças foram implementadas, impactando diretamente o formato da “Dança dos Famosos”. A mais significativa delas foi a inclusão de personalidades fora do círculo tradicional da Globo.
Nesta temporada, a escolha de Cátia Fonseca, Nicole Bahls e Rodrigo Faro se mostrou extremamente acertada. Esses três artistas, bem recebidos pelo público, são carismáticos e atraem a atenção da mídia e das redes sociais, o que certamente contribuirá para aumentar a visibilidade do programa.
A decisão de trazer nomes que não são habituais nos programas da Globo traz uma nova energia à competição, evidenciando que a emissora está atenta às mudanças do cenário artístico, que vai além de seus próprios limites. Para Cátia Fonseca, Rodrigo Faro e Nicole Bahls, essa inclusão representa uma oportunidade valiosa de se reinventarem e expandirem suas carreiras.
Entretanto, no meio de um elenco tão diversificado e forte, a presença de Gracyanne Barbosa se destacou como uma escolha questionável. A dançarina, que recentemente saiu do “BBB 25”, um programa que não teve o sucesso esperado, não parece ter o apelo necessário para uma atração tão popular como a “Dança dos Famosos”. Havia outras opções mais interessantes que poderiam preencher o lugar da ex-esposa do cantor Belo. Após sua decepcionante participação no reality, Gracyanne não deveria ter recebido tamanha oportunidade.