Após mais de um ano solteira, Luana Piovani refletiu sobre a escolha pela monogamia em relacionamentos. A atriz comentou que, neste momento, não se imagina em uma relação aberta, além de afirmar que não acredita na ideia de “amor eterno”. Ela expressou seu apreço pelo jogo de sedução durante a paquera, mas admitiu que seu interesse pelo parceiro tende a diminuir logo após o início da relação.
Em uma conversa no podcast “DR”, com Giovana Fagundes, Luana compartilhou suas ideias sobre monogamia: “Para mim, isso é muito claro. Eu leio, pesquiso, observo e analiso. Não acredito na instituição do casamento, nem na possibilidade de um amor que perdure para sempre, essa noção romântica do amor. A monogamia é uma escolha, já que o desejo está sempre presente. Em determinado momento, ela se transforma em um compromisso que pode perder a autenticidade”, afirmou.
A loira também deixou claro que não optaria por um relacionamento aberto: “Sou um ser humano que vive e é moldado por suas experiências. Fui educada em escolas católicas, mesmo sendo evangélica. Não conseguiria estar com alguém sabendo que essa pessoa poderia estar com outra. Gosto da sedução e do jogo, mas meu dilema é que a libido esfria após o início”, completou.
Sobre o casamento, Piovani declarou: “Acho que o casamento é uma armadilha. Adoro a celebração, mas você entra em um acordo onde dá 80 e recebe apenas 20”. Ela foi casada por cerca de oito anos com Pedro Scooby.
Por fim, a atriz fez uma observação bem-humorada sobre os homens: “Não tenho um, mas sou fascinada pela ideia, me excita só de pensar, mas que grupo complicado. Perdi a esperança, pois não vejo motivos para tê-la. Conversando com minhas amigas, essa é a realidade de me relacionar com homens”, finalizou.