Na tarde desta sexta-feira (25 de julho), os representantes de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam, emitiram um comunicado oficial a respeito de sua detenção, enfatizando a confiança que tanto eles quanto o artista têm na rápida recuperação de sua liberdade. O rapper, uma figura relevante na cena do rap brasileiro, foi preso na última terça-feira (22 de julho) após se entregar às autoridades. Atualmente, ele está cumprindo pena na Penitenciária Dr. Serrano Neves, localizada no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Nesse contexto, Oruam foi formalmente acusado de sete crimes: Tráfico de drogas, ameaça, associação ao tráfico, dano ao patrimônio, desacato, lesão corporal e resistência à prisão. A equipe de advogados do artista, em decorrência da prisão ocorrida no dia 22 de julho, esclareceu ao público que tanto Mauro quanto sua defesa estão seguros e esperançosos em relação ao sistema judiciário. “Pedimos aos fãs que mantenham a serenidade e respeitem os familiares e o próprio artista, pois acreditamos que, em breve, sua liberdade e todos os seus direitos serão restaurados”, afirmou a equipe que defende sua inocência.
“Além disso, ressaltamos que a defesa do artista é realizada exclusivamente pelos advogados que assinam este comunicado, sendo a única fonte autorizada para declarações sobre o caso. Uma vez garantido o direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa, todos os fatos serão devidamente esclarecidos e os abusos sofridos pelo artista serão corrigidos pelo Poder Judiciário”, concluiu o comunicado, redigido pelos advogados Fernando Henrique Cardoso, Luiza Nicolitt, Luisa Florêncio e Thaís Sinder.
Ainda nesta data, surgiu a notícia de que o rapper está sendo investigado por tentativa de homicídio contra um delegado e um oficial de cartório, especificamente o delegado Moysés Santana e o oficial Alexandre Ferraz. Em entrevista ao portal LeoDias, Dr. Fernando Henrique contestou a narrativa apresentada no inquérito, demonstrando surpresa: “Mauro não atentou contra a vida de ninguém, e isso será devidamente esclarecido nos registros do processo relacionado aos fatos. Causa estranheza a informação divulgada pela mídia sobre a abertura de um inquérito a respeito de eventos investigados em outro flagrante, que resultou em um indiciamento por lesão corporal e cujo laudo pericial concluiu que a lesão supostamente sofrida pelo policial não colocou sua vida em risco”.