A atriz Marisa Orth, de 61 anos, manifestou sua indignação em relação aos ataques e campanhas virtuais que visam o “desmantelamento” do Grupo Globo. Em sua visão, a extinção da emissora seria um grande retrocesso para a cultura nacional. “Quando falamos em desmonte cultural, atacar a Globo e desejar sua queda é, sem dúvida, um grande desmonte cultural. Não concordo com essa perspectiva. A Globo é uma televisão de peso e uma importante empresa”, comentou durante uma entrevista ao canal do YouTube da revista Veja.
Orth também se referiu ao novo modelo de contratação da emissora, ressaltando que a perda do contrato de exclusividade representou “o fim de uma era”. “Demorou um tempo para eu perceber isso. Nos últimos cinco anos, assinei contratos por obra diversas vezes, e, modéstia à parte, sempre mantive meu envolvimento com cinema, teatro e música, sem me afastar da Globo”, explicou.
Ela ainda fez questão de louvar a criatividade da emissora. “Tenho grande admiração pela Rede Globo, pelo humor que se desenvolveu ali e pelos produtos que ela oferece. O nível de excelência que conseguimos alcançar é realmente notável”, finalizou.
Marisa Orth começou sua trajetória na Globo em 1990, trabalhando de forma contínua até 2018, quando passou a atuar por projetos específicos. Durante sua passagem pela emissora, ela participou de clássicos como “Rainha da Sucata” (1990), “TV Pirata” (1992), “Sai de Baixo” (1996-2002), “Toma Lá Dá Cá” (2007-09), “Sangue Bom” (2013) e “Além da Ilusão” (2022).