Na madrugada desta quinta-feira (9/5), MC Poze foi detido sob suspeita de estar conectado ao tráfico de drogas e por promover a criminalidade em suas canções. Essa não é a primeira vez que o cantor enfrenta tais acusações. Em 2019, ele também foi preso pelos mesmos motivos, permanecendo encarcerado por seis dias, mas foi absolvido das acusações em agosto de 2024.
Na sua primeira detenção, MC Poze do Rodo estava se apresentando em um baile funk na cidade de Sorriso, Mato Grosso. Ele foi preso por apologia ao crime, corrupção de menores e tráfico de drogas, durante um evento que, segundo investigações, teria sido organizado por uma facção criminosa. Após seis dias em custódia, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva.
Quase cinco anos depois, o artista obteve uma vitória ao ser absolvido das acusações. À época, Poze compartilhou em suas redes sociais que essa experiência foi a mais traumática de sua vida, especialmente por ter ficado distante de uma de suas filhas recém-nascidas e por ter sentido um grande medo enquanto estava detido. O cantor também mencionou que essa prisão “não foi uma marca positiva” em sua trajetória.
No ano passado, MC Poze teve alguns de seus bens apreendidos quando sua esposa, Vivi Noronha, foi alvo da Operação Rifa Limpa, conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro em novembro de 2024. A operação visava coibir sorteios ilegais divulgados nas redes sociais e desmantelar uma rede associada a jogos de azar. Apesar disso, o cantor conseguiu recuperar os itens posteriormente.
Um dos bens confiscados foi uma BMW de luxo, avaliada em R$ 1 milhão, que foi novamente levada ao pátio da polícia nesta quinta-feira (29/5). Em declaração ao portal LeoDias, a Polícia Civil informou que o veículo foi apreendido devido a uma infração administrativa: registrado em uma cor, mas circulando pintado de vermelho, tonalidade que, segundo os investigadores, faria uma suposta alusão ao Comando Vermelho.