O atacante Matheus Cunha, vice-artilheiro da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, destacou a qualidade da equipe norueguesa e afirmou que está preparado para o confronto que ocorrerá neste domingo (5/7), às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium. Cunha, que já enfrentou Erling Haaland em diversas ocasiões, elogiou o desempenho do atacante norueguês, mas também ressaltou a força do restante do elenco adversário.
Em suas declarações, Matheus Cunha enfatizou a competitividade que existe no futebol inglês, onde ambos os jogadores atuam. “Acho que sempre temos bastante competitividade na Inglaterra, não só com os dois, mas há outros jogadores que jogam lá e que a gente conhece pelo dia a dia e está sempre jogando contra. Foram grandes jogos, e eu tive a oportunidade de ser mais feliz nesses momentos”, afirmou o jogador. Ele também mencionou que a Seleção Brasileira tem se preparado para enfrentar os pontos fortes da Noruega, que incluem uma defesa sólida e um ataque potente.
Cunha destacou a responsabilidade que sente ao atuar como camisa 9 da Seleção Brasileira, ressaltando a importância histórica dessa posição no time nacional. Com o conhecimento da força defensiva da Noruega, o atacante afirmou que a equipe está focada em se organizar defensivamente, especialmente em situações de bola parada. “A gente dedicou boa parte do treino para poder organizar a defesa, ainda mais sabendo que eles têm força na bola parada”, explicou.
Além de Haaland, Cunha também mencionou outros jogadores da Noruega que podem representar um desafio significativo para a Seleção Brasileira. “O ataque é muito, muito forte. Tem tantos jogadores que a gente conhece, e joguei contra eles pelo Manchester. Temos que estar muito focados não só neles, mas em vários jogadores muito fortes da seleção norueguesa”, ressaltou.
O histórico de confrontos entre Brasil e Noruega é desfavorável para a Seleção Brasileira, que não vence uma equipe europeia em mata-matas de Copas do Mundo desde a conquista do pentacampeonato em 2002. Cunha reconheceu a relevância dessa estatística, mas afirmou que a equipe não se concentra nas derrotas do passado. “A gente não conversa sobre isso e sobre Copas passadas. Na verdade, temos conversas sobre o momento exato da eliminação porque muitos companheiros passaram por isso, mas é muito mais sobre não querer reviver aquele dia do que propriamente sobre o adversário”, disse.
Ele também mencionou que superar esses desafios é fundamental para a Seleção Brasileira em busca do título mundial. “Mas sem dúvida nenhuma é algo que a gente tem que fazer para matar ou sumir com esse fantasma. Para ganhar Copa do Mundo, tem que passar por esses percalços. Espero que a gente possa contar outra história agora”, concluiu.
O confronto entre Brasil e Noruega será uma oportunidade para a Seleção Brasileira buscar sua primeira vitória na história contra os noruegueses, que já se enfrentaram em quatro ocasiões, resultando em duas derrotas e dois empates para a equipe brasileira. O vencedor deste duelo poderá enfrentar Inglaterra ou México nas quartas de final da competição.