Djibril Cissé, ex-jogador da seleção francesa e do Liverpool, trouxe à tona uma controvérsia envolvendo Enzo Fernández, meio-campista argentino do Chelsea. Em 2024, após a vitória na Copa América, o atleta da Albiceleste fez uma transmissão ao vivo no Instagram, onde, junto com seus colegas de equipe, entoou uma canção com conotações racistas. “Fico perplexo ao ver como seus companheiros franceses no Chelsea puderam perdoá-lo”, comentou Cissé em uma entrevista ao jornal L’Equipe.
Durante a celebração dentro do ônibus da equipe, Enzo realizou a live para compartilhar a euforia dos colegas. No entanto, ele decidiu encerrar a transmissão quando a música, que ganhou notoriedade durante a Copa do Mundo de 2022, começou a tocar. A letra da canção inclui trechos como: “Eles jogam pela França, mas são de Angola. Que bom que eles vão correr, se relacionam com transexuais. A mãe deles é nigeriana, o pai deles cambojano, mas no passaporte: francês”.
A equipe do Metrópoles identificou, em sua cobertura, cinco possíveis jogadores que poderiam estar envolvidos: Enzo Fernández (Chelsea), Lo Celso (Real Betis), Palacios (Bayer Leverkusen), Guido Rodríguez (West Ham), Lautaro Martínez (Inter de Milão) e Rulli (Olympique de Marseille).
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