O Corinthians estabeleceu um novo candidato para a função de executivo de futebol, que ficou vaga após a saída de Fabinho Soldado, após a conquista da Copa do Brasil. O nome em destaque é o de Marcelo Paz, atual CEO do Fortaleza.
A candidatura de Paz ganhou impulso após Bruno Spindel, que era o favorito para o cargo, encerrar as conversas. O ex-dirigente do Flamengo revelou que não recebeu o contrato para formalizar os termos acordados anteriormente.
É relevante mencionar que, em 12 de dezembro, o Fortaleza confirmou a continuidade de Marcelo Paz como CEO da SAF do clube. Após uma reunião para alinhamento, ficou decidido que Paz “se ajustará perfeitamente à readequação salarial exigida” neste momento delicado do Tricolor, que em 2026 disputará a Série B do Campeonato Brasileiro.
O Fortaleza se transformou em uma SAF em 2023, momento em que Paz deixou a presidência para assumir o cargo de CEO. Apesar do rebaixamento nesta temporada, ele continuará em sua posição.
A notícia do interesse do Corinthians em Marcelo Paz foi primeiramente divulgada pelo “UOL”. A diretoria alvinegra busca acelerar as negociações para anunciar a chegada do dirigente ainda este ano, com a meta de iniciar 2026 já com o novo executivo à frente do planejamento e atento às movimentações do mercado para a próxima temporada.
É importante lembrar que o Corinthians ainda enfrenta um transfer ban e possui uma punição em vigor na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), órgão da CBF. De acordo com informações do Lance!, é provável que o clube paulista chegue a um acordo com o Santos Laguna, do México, para o pagamento do zagueiro Félix Torres nos primeiros dias de janeiro.
Em junho do ano passado, Marcelo Paz já havia sido sondado pelo Corinthians, mas decidiu recusar a proposta e reafirmou sua permanência no Tricolor do Pici. “Conforme foi noticiado, recebi um convite para assumir o cargo de CEO do Corinthians. Isso representa um reconhecimento pelo trabalho que desenvolvi ao lado de uma diretoria competente no Fortaleza, ao longo dos últimos sete anos, em um processo desafiador de profissionalização e busca por equilíbrio fiscal. Acredito que ainda há muito a ser feito pelo Tricolor, e por isso, anuncio minha permanência como CEO do Fortaleza”, declarou o profissional em nota.