A diretoria da Roma apresentou um estudo de viabilidade técnica e econômica para a construção de seu próprio estádio, marcando a fase final antes do desenvolvimento do projeto executivo. A nova arena será edificada na região metropolitana da capital italiana. Embora o clube declare oficialmente cifras inferiores, a imprensa e o mercado italiano estimam que o investimento total será em torno de 1 bilhão de euros, equivalente a aproximadamente R$ 6,5 bilhões.
Capacidade: Adequada aos padrões da UEFA para competições internacionais.
Design: Estrutura arquitetônica icônica que se inspira nas formas do antigo Coliseu.
Localização: Bairro de Pietralata, na parte nordeste de Roma.
Gestão: Sob a liderança da família Friedkin, que é proprietária do clube.
Esse movimento ocorre em um contexto de críticas severas da UEFA. O presidente Aleksander Ceferin recentemente considerou a situação dos estádios na Itália como “vergonhosa”. O país sediará a Euro 2032 em parceria com a Turquia, e o novo estádio da Roma é fundamental para que a Itália atenda às cinco sedes exigidas pela entidade europeia.
Atualmente, Roma e Lazio compartilham o Estádio Olímpico. O desenvolvimento de um novo estádio próprio reflete a tendência de grandes clubes europeus em buscar maior receita por meio de dias de jogo e eventos. Para o mercado mineiro, essa situação é comparável à da Arena MRV e do Mineirão, onde a gestão de estádios próprios eleva o patamar financeiro de clubes de grande porte.