Na terça-feira (16/12), o Tribunal do Trabalho de Paris proferiu uma decisão favorável a Kylian Mbappé, resultando na obrigação do PSG de pagar 60 milhões de euros (equivalente a R$ 390 milhões) ao atacante. Essa quantia refere-se ao último ano do contrato do jogador com o clube francês, na temporada 2023/24. A equipe parisiense ainda possui a opção de recorrer dessa sentença.
O PSG alegava que Mbappé havia feito um acordo verbal com Nasser al-Khelaifi, presidente do clube, para abdicar desse montante em troca de seu retorno ao time em julho de 2023. Além disso, o jogador, que agora defende o Real Madrid, havia garantido à imprensa que ninguém seria prejudicado caso decidisse deixar o clube ao fim da temporada.
Mbappé atuou pelo PSG de 2017 a 2024.
Em novembro, uma audiência foi realizada entre as duas partes para discutir as demandas de cada defesa. O PSG solicitava um total de 440 milhões de euros, sendo 60 milhões referentes a danos e 180 milhões por um conceito denominado “perda de oportunidade”, que corresponde ao valor gasto pelo clube na transferência de Mbappé do Monaco para o Paris.
Os advogados do PSG argumentaram que o atacante francês agiu de forma desleal com a instituição. Em contrapartida, a defesa de Mbappé sustentou que o jogador enfrentou pressão midiática e psicológica devido à sua decisão de não renovar o contrato.
Mbappé reivindicava 263 milhões de euros do PSG, alegando que não recebeu salários e bônus devidos, totalizando 55 milhões de euros, em virtude do término do seu contrato em 2024. O restante da quantia cobrada refere-se à reclassificação contratual do atleta dentro do clube.
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