Na última segunda-feira, as ações da Juventus (ITA) registraram uma alta de quase 14%. Este movimento ocorreu após a Exor, empresa vinculada à família Agnelli, recusar uma proposta do grupo de criptoativos Tether. A Exor, que administra o clube, declarou que não tem a intenção de vender suas ações na equipe italiana.
Em um comunicado, a Exor afirmou que “o Conselho de Administração rejeitou a proposta de forma unânime” e reiterou o total comprometimento da família Agnelli com o clube, apoiando a nova direção na implementação de uma estratégia que vise resultados robustos.
A Tether, que já detém mais de 10% das ações da Juventus, havia feito uma oferta avaliada em cerca de € 1,1 bilhão (aproximadamente R$ 6,97 bilhões), mas essa proposta não foi bem recebida pelos conselheiros.
A Juventus não atravessa um bom momento nos últimos anos. Atualmente, ocupa a quinta posição na tabela do Campeonato Italiano, estando sete pontos atrás da líder Inter de Milão, após 15 rodadas. Sua última conquista na competição foi na temporada 2019/2020.
Na UEFA Champions League, a situação também não é favorável, com a Juventus ocupando apenas a 17ª posição em sua fase de grupos. Este ano marca três décadas desde que a equipe, carinhosamente chamada de Velha Senhora, levantou o troféu da competição.
Por sua vez, a Inter de Milão, que lidera o Campeonato Italiano, está em busca de reforços e tem interesse em um jogador da rival Juventus. De acordo com o jornal italiano La Gazzetta, a Nerazzurri pretende liberar o meio-campista Davide Frattesi, criando uma oportunidade para a contratação de Khéphren Thuram, que se juntaria ao irmão Marcus Thuram na equipe.