O Atlético se aproxima de mais uma final internacional, agendada para o dia 22, onde enfrentará o Lanús na decisão da Copa Sul-Americana, no Paraguai. Essa partida ocorre quase um ano após o clube ter disputado a final da Libertadores. O goleiro Everson, que esteve presente em ambas as competições, comparou as situações e ressaltou as distinções entre o cenário de 2024 e o atual de 2025.
No dia 30 de novembro de 2024, o Atlético enfrentou o Botafogo na final da Libertadores, mas saiu derrotado. Agora, quase um ano depois, a equipe tem a chance de se redimir ao conquistar a Sul-Americana. Um aspecto importante a ser destacado é que, diferentemente do ano anterior, o clube chega a esta final em um momento positivo, sem crises.
Na reta final da Libertadores de 2024, o Atlético enfrentava uma série de 10 jogos sem vitórias, que incluíam a perda da final da Copa do Brasil para o Flamengo. Esse cenário impactou a confiança do time na decisão continental, conforme mencionou Everson.
“Estamos com o grupo focado. Atualmente, temos sete jogos sem derrotas, e o fundamental é chegar fortalecidos, jogando bem e com os bons resultados que temos agora. Na final da Libertadores do ano passado, estávamos em uma sequência negativa, o que afetou nossa confiança para a partida decisiva”, afirmou o goleiro.
Após um período turbulento, o Atlético se reestruturou e, além dos sete jogos invictos mencionados por Everson, conta apenas com uma derrota nas últimas 10 partidas. Mesmo com o empate decepcionante contra o Fortaleza na quarta-feira (12) na Arena MRV, o goleiro enfatizou a importância do momento favorável na preparação para a final.
“Devemos aproveitar esse bom momento, esses jogos positivos, para chegarmos no dia 22 prontos e fortalecidos”, concluiu.
Antes dessa grande decisão, o Atlético ainda terá mais um compromisso no Campeonato Brasileiro, visitando o Red Bull Bragantino no domingo (16). Embora o resultado não deva impactar o otimismo da equipe, é essencial manter a sequência sem derrotas.