Na última quarta-feira, durante um longo evento no Rio de Janeiro, a CBF realizou o sorteio dos mandos de campo das semifinais e finais da Copa do Brasil. E agora, o Cruzeiro já tem clareza de que sua trajetória em busca do tão almejado heptacampeonato incluirá partidas decisivas fora de Belo Horizonte.
É inegável que ter o apoio da torcida em jogos eliminatórios traz um diferencial. No entanto, o Cruzeiro possui uma trajetória e uma experiência suficientes para não se deixar abalar em ambientes adversos.
Primeiramente, entre os times que chegaram às semifinais, o Cruzeiro é o que mais vezes conquistou o título. Essa tradição — como costumam ressaltar nossos amigos argentinos — tem um peso significativo.
Além disso, o clube já demonstrou sua força em jogos fora de casa em momentos cruciais, inclusive nesta edição da competição.
Ademais, o Cruzeiro já conquistou a Copa do Brasil em “territórios inimigos”: derrotou o Palmeiras no Parque Antártica em 1996 e superou o Corinthians, seu adversário nas semifinais deste ano, na Neo Química Arena em 2018, quando conquistou seu hexacampeonato.
Por outro lado, acredito que o Cruzeiro é um dos principais candidatos ao título nesta temporada. O desempenho da equipe na tabela do Brasileirão é um indicativo claro de que o time pode almejar grandes conquistas — e a Copa do Brasil se apresenta como uma oportunidade ideal para reafirmar o retorno do clube ao topo do futebol nacional.
Por fim, o primeiro jogo pode ser crucial para definir o rumo da disputa. Seja na Neo Química Arena ou, em uma possível final no Maracanã, a torcida cruzeirense estará lá, levando sua força, devoção e paixão indomáveis.
Portanto, mesmo que a sorte não tenha sido totalmente favorável, o torcedor do Cruzeiro sabe bem o valor de sua camisa na Copa do Brasil. Que o time abrace a mentalidade vencedora que sempre o definiu.
Ainda há muito pela frente até lá — e é essencial que a equipe mantenha um bom desempenho no Brasileirão, assegure uma vaga na Libertadores e chegue às semifinais da Copa do Brasil pronta para lutar pelo hepta. Porque, sem dúvida, sonhar é plenamente possível.
Nem sempre o caminho será fácil — o Cruzeiro só precisava vencer, e assim o fez.
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