A principal incerteza na formação do Cruzeiro para o confronto contra o Flamengo na quinta-feira (3/10) girava em torno da ausência do atacante Wanderson, que não pôde viajar ao Rio de Janeiro devido a uma lombalgia. Entre as opções disponíveis, a inclusão do meio-campista Matheus Henrique se concretizou.
Após o empate sem gols com o líder do Campeonato Brasileiro Série A, o treinador Leonardo Jardim elucidou sua decisão, que foi vista como uma estratégia para neutralizar o adversário. Ele poderia ter optado por escalar outro atacante, como Gabriel Barbosa, Luis Sinisterra ou Keny Arroyo. “Adotamos um formato quase 4-4-2 em losango, permitindo que Matheus Pereira e Kaio Jorge atuassem no ataque, com Matheus Henrique, Christian e Lucas Silva posicionados à frente do Romero. Sabíamos que o Flamengo tem um jogo muito interno e queríamos garantir equilíbrio quando estivéssemos sem a posse de bola. Com a bola, buscávamos superioridade na transição”, explicou.
Matheus Henrique também comentou sobre seu novo papel, que envolvia apoiar o lado esquerdo do ataque. “Foi uma função diferente para mim, mas como sempre digo, o mister me dá muita confiança. Se ele acredita que eu posso desempenhar esse papel, eu me esforço ao máximo para ajudar meus companheiros em campo. Hoje foi um grande dia, um excelente jogo de todos nós”, afirmou durante a zona mista.
Após um primeiro tempo equilibrado, mas com boas oportunidades para ambos os lados, a segunda metade da partida se tornou mais dinâmica, com jogadas mais velozes. Jardim fez alterações na equipe apenas nos minutos finais, quando trouxe atacantes como Gabigol e Sinisterra para o jogo.




