O Atlético precisa conquistar uma vitória contra o Bolívar (BOL) nesta quarta-feira (24), na Arena MRV, no jogo de volta das quartas de final da Copa Sul-Americana, se quiser continuar na disputa. Para isso, o técnico Jorge Sampaoli está em busca de soluções para pôr fim ao jejum de gols dos atacantes da equipe.
Os jogadores de ataque do Galo têm enfrentado dificuldades para marcar. Desde que Hulk e Cuello anotaram os gols da vitória por 2 a 1 sobre o Godoy Cruz em 14 de agosto, a equipe não conseguiu mais balançar as redes.
Durante esse mês sem gols dos atacantes, o Atlético participou de nove partidas, totalizando quase 890 minutos em campo. Nesse período, a equipe conseguiu apenas cinco gols, sendo um de Natanael, um de Vitor Hugo, um de Alexsander, um de Gustavo Scarpa e um de Igor Gomes.
O setor ofensivo é o mais numeroso do elenco, com 10 opções disponíveis. Hulk e Cuello são os titulares indiscutíveis, tendo atuado com frequência. Rony, Jr. Santos, Dudu e Biel alternaram entre titulares e reservas, enquanto João Marcelo, Isaac, Cadu e Caio Maia não foram utilizados, sendo que Caio Maia se encontra lesionado.
Para complicar ainda mais a situação, nos últimos três jogos contra Santos, Bolívar e Botafogo, o Atlético teve a vantagem de jogar com um atleta a mais em campo, mantendo essa superioridade numérica durante quase todo o segundo tempo.
Desde a retomada do futebol brasileiro após a Copa do Mundo de Clubes, apenas Hulk (5) e Cuello (2) conseguiram marcar entre os atacantes do Atlético, em um total de 19 jogos. Dudu e Biel, por outro lado, ainda não conseguiram fazer gols com a camisa do Galo.
Rony e Jr. Santos, as principais contratações do Atlético para a temporada, atravessam uma fase difícil. Rony não marca desde 1° de junho, quando fez um gol contra o Ceará, enquanto Jr. Santos, que ainda busca seu espaço como reserva, não balança as redes desde 12 de junho, em um jogo contra o Internacional.