Jorge Sampaoli iniciou sua trajetória como técnico do Atlético nesta quarta-feira (3/9), dando início a uma nova fase para o clube na temporada. Sua contratação representa uma estratégia para reverter a situação atual e possibilitar que alguns atletas, que enfrentam um desempenho abaixo do esperado, reencontrem sua boa forma.
Os torcedores logo pensam em Junior Alonso e Guilherme Arana ao mencionar jogadores com potencial para melhorar. Embora sejam peças fundamentais da equipe, ambos atravessam um momento complicado, com atuações insatisfatórias, em parte devido à falta de concorrência à altura em suas posições. Sampaoli já os treinou anteriormente e obteve ótimos resultados, o que gera esperança de que possam retornar ao seu nível ideal.
Além deles, outros três jogadores que têm apresentado rendimento aquém do esperado são o meia Bernard e os atacantes Rony e Júnior Santos. Bernard, que voltou ao clube no meio de 2024, ainda não conseguiu repetir as boas performances do início de sua carreira no Galo, em 2012/2013. Já Rony e Júnior Santos, contratados no início da temporada com investimentos que somam quase R$ 100 milhões, ainda não mostraram seu valor em campo.
Além disso, todos eles têm salários elevados, o que aumenta a expectativa de que, sob a liderança de Sampaoli, possam entregar mais ao time.
O elenco do Atlético conta ainda com quatro atletas que podem não apenas aproveitar a mudança na comissão técnica para aprimorar seu desempenho, mas também garantir mais tempo em campo. O lateral-direito Saravia, que pode atuar como terceiro zagueiro — um papel apreciado por Sampaoli — está se recuperando de uma lesão. O volante Fausto Vera, que estava fora dos planos de Cuca, pode se tornar uma opção viável, enquanto o atacante Dudu, que teve pouco espaço devido a uma punição do STJD, agora está disponível.
Ademais, jovens talentos que tiveram poucas oportunidades sob Cuca podem ver mais ação. Exemplos são o zagueiro Iván Román, o meia Iseppe e o atacante João Marcelo. Sampaoli é conhecido por valorizar a inclusão de jovens da base, o que abre espaço para que promessas como Gabriel Veneno possam ganhar chances no time principal.