A partida de quarta-feira (6/8) entre Atlético e Flamengo, válida pela Copa do Brasil e que garantiu a classificação do Galo, também atraiu atenção fora de campo, especialmente após os incidentes ocorridos na final de 2024 e os recentes problemas com a biometria facial na Arena MRV. Contudo, segundo informações do clube, a operação do evento, considerada de alto risco, foi bem-sucedida.
Ao contrário dos graves incidentes da final de 2024, o jogo desta quarta-feira teve apenas quatro ocorrências registradas. Três torcedores do Atlético foram identificados, dois deles por arremesso de objetos e um por acender bombas. Do lado do Flamengo, um torcedor foi detido por desobediência.
Em relação ao acesso dos torcedores ao estádio, que havia causado confusões em partidas anteriores devido à biometria facial, falhas no servidor do aplicativo ou até quedas de energia, o Atlético notou uma “melhora muito significativa”.
Apesar do horário da partida (19h), que geralmente complica o tráfego em virtude do horário de saída do trabalho, o clube informou ao O TEMPO Sports que, às 19h10, já não havia mais filas para entrar na esplanada e no estádio.
Quanto ao uso da tecnologia de reconhecimento facial, o Atlético revelou que 95% dos torcedores acessaram o estádio utilizando esse recurso, enquanto o restante entrou com ingressos via aplicativo do clube. Essa porcentagem foi mantida em comparação ao jogo contra o Red Bull Bragantino no último domingo, mesmo com um público quase duas vezes maior.
Além disso, o uso do “cartão máster”, que é acionado em caso de problemas no acesso, não foi necessário. O clube destacou que as dificuldades enfrentadas foram “pequenas e pontuais” e agradeceu aos torcedores pela compreensão e por chegarem cedo ao estádio.