Embora as chuvas tenham dado uma pausa no Rio Grande do Sul, o Guaíba iniciou a inundação do Centro de Treinamento do Internacional na tarde desta segunda-feira (23), criando um cenário que remete ao que ocorreu em 2024. O aumento no nível das águas, causado pelos rios Jacuí, Gravataí, Sinos e Caí, que deságuam na área do estuário que circunda a Capital, além do represamento gerado pelo vento Sul, resultou em áreas alagadas nos campos de treino do clube.
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O clube está monitorando a situação de forma contínua e, até o momento, não foram registrados danos significativos. O Internacional informou que possui protocolos completos para lidar com enchentes na área, que poderão ser acionados preventivamente se necessário nas próximas horas.
Outras áreas da orla da Capital também estão sob observação. O Guaíba começou a invadir os armazéns do Cais Mauá, no Centro Histórico, com o nível das águas alcançando 2,83 metros às 15h desta segunda-feira, segundo a régua de medição do local. A cota de alerta é de 2,30 metros e a de inundação é de 3 metros.
Em outra medição, na Usina do Gasômetro, a altura das águas está em 3,28 metros, superando a cota de alerta de 3 metros, que já havia sido ultrapassada na noite de sexta-feira (20). A cota de inundação é de 3,60 metros.
É importante lembrar que, assim como grande parte do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre, o CT e o estádio Beira-Rio foram severamente impactados pela enchente de maio do ano passado, com toda a área do clube permanecendo alagada por 11 dias. O Internacional levou 35 dias para limpar e restabelecer o funcionamento do estádio e de seu centro de treinamentos.