Renan Lodi expressou sua insatisfação com a primeira lista de convocados da Seleção Brasileira sob a direção de Carlo Ancelotti, afirmando que tinha motivos para ser incluído. Desde novembro de 2023 sem convocação, o lateral-esquerdo do Al-Hilal afirmou que esperava uma chance e mencionou um possível “preconceito em relação à Liga Saudita” como uma das razões para sua exclusão.
— Eu acreditava que teria a oportunidade de ser convocado novamente (por Ancelotti). Não sei se a CBF ou quem decide as convocações tem algum preconceito em relação à liga saudita, visto que fui o lateral que mais marcou e assistiu nesta temporada. E ao observar os convocados, percebo que eles não possuem os mesmos números — afirmou o jogador em uma entrevista à “EPTV”.
— Se a análise for feita com base em estatísticas, deveriam considerar os meus dados. Acredito que merecia essa chance. Contudo, prefiro não me prender a isso e focar no meu clube, buscando ser campeão. Se uma oportunidade surgir, ficarei muito grato — completou Lodi.
O lateral já atuou 19 vezes pela Seleção, sendo sua última partida em 16 de novembro de 2023, quando a equipe perdeu para a Colômbia sob a direção de Fernando Diniz. Entretanto, o jogador de 27 anos está otimista de que a chegada de Carlo Ancelotti mudará a situação, uma vez que acredita que a convocação será feita “por mérito”.
— Não sei se as convocações anteriores consideravam realmente quem merecia. Se olharem para os meus números, eu deveria estar lá. Mas com Ancelotti, acredito que será diferente, focando no merecimento e não em fatores externos. Conhecendo-o e pelas experiências que tive ao enfrentá-lo, tenho certeza de que ele fará um bom trabalho gerenciando o grupo. Quando Vini chegou ao Real Madrid, ele não estava em sua melhor fase, mas Ancelotti o acolheu e deu chances. Com o passar do tempo, Vini se destacou — disse Renan Lodi.
— Ele é como um pai para os jogadores. Sentia isso até mesmo jogando contra. Meu empresário, que tem um bom relacionamento com ele, sempre elogia suas habilidades de gerenciamento. Não importa se está treinando Cristiano Ronaldo ou Messi, ele trata todos de maneira igual — finalizou o lateral.