Eleito neste domingo (25/5) para comandar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, defendeu em seu primeiro discurso à frente da entidade o combate ao racismo e à qualquer forma de discriminação. Ele ainda ressaltou que projetos voltados à sustentabilidade e à educação ambiental estarão na linha de frente da CBF.
“Fortaleceremos ações de combate ao racismo e a qualquer forma de discrminação. Nosso compromisso também é com a inclusão e a diversidade. Retomaremos a Taça Indígena e daremos protagonismo a projetos voltados à sustentabilidade, com práticas mais conscientes, educação de prática ambiental e promoção da educação climática dentro e fora dos gramados”, disse Xaud logo após ser eleito.
Sem citar diretamente a polêmica da camisa reserva vermelha para a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, Xaud enalteceu as cores da camisa canarinho.
“Em relação à seleção masculina: queremos mais que títulos, queremos que o povo brasileiro volte a se identificar com a seleção canarinho. Na seleção, suas camisas amarela e azul são símbolos da nossa identidade nacional”, disse o presidente no discurso.
Xaud ainda completou: “Que na Copa do Mundo de 2026 estejamos todos unidos no verde, no amarelo, no azul e no branco, que são as cores que simbolizam e representam a nossa nação”.
Em pleito realizado neste domingo (25/5), o roraimense de 41 anos foi eleito o chefe máximo da entidade. Ele assume o cargo no lugar de Ednaldo Pereira, afastado após decisão desembargador Gabriel Zefiro, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).
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