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Time sem vergonha ou time da reviravolta?

Foto: Fred Magno / O TEMPO

Em um único minuto, a torcida atleticana passou de clamar “time sem vergonha” para entoar “o Galo é o time da reviravolta, o Galo é o time do amor” na Arena MRV, ontem. É inegável que a paixão do torcedor é influenciada pelo que ocorre em campo, mas agora, com a cabeça mais fria, o que podemos extrair desse eletrizante Atlético 3 x 2 Fluminense? Vamos analisar.

Começo discordando de Cuca ao afirmar que a equipe vinha apresentando um bom futebol. Na verdade, não estava. Antes do jogo contra o Flu, o Atlético acumulou apenas três vitórias em 13 partidas. E, como se não bastasse, recentemente, sofreu uma derrota para o lanterna do Campeonato Chileno na Sul-Americana. A relação entre o time e a torcida não é das melhores, como evidenciado pela presença de apenas 25 mil torcedores na reinauguração do nosso estádio, apesar de 40 mil ingressos disponíveis.

Os torcedores que foram à Arena no domingo esperavam uma atuação sólida do Atlético. O primeiro tempo foi bastante truncado, sem oportunidades claras para ambos os lados, e logo no início do segundo tempo, o Galo sofreu um gol devido a uma falha individual de Lyanco, um dos destaques do time. Nos 20 minutos seguintes, houve poucas razões para acreditar em uma reviravolta. Foi nesse momento que o coro de “time sem vergonha” começou a ecoar.

Para mim, um “time sem vergonha” não é apenas aquele que joga mal, mas sim aquele que não se empenha, que não demonstra comprometimento com a camisa que veste. E esse não foi o caso ontem. O que ocorre é que, após a elitização do futebol (e o Atlético faz parte desse fenômeno), o público nos estádios se transforma cada vez mais em consumidores (e menos torcedores). A maioria vai apenas para ver o time vencer, e não para apoiar a vitória.

Aquele torcedor que acompanha a equipe em todos os momentos, que apoia tanto nas vitórias quanto nas derrotas e que espera o apito final para expressar sua insatisfação, está se distanciando do estádio (por razões que são evidentes e não precisam ser detalhadas). O público atual paga mais, mas também exige mais e apoia menos. E ressalto: isso não é um fenômeno exclusivo do Galo.

De forma simplificada, não é mais a torcida que fornece a energia necessária para que o time vença. Claro que isso ainda acontece, mas em menor escala. No geral, é o time que precisa apresentar um desempenho satisfatório para motivar o torcedor. E foi exatamente o que aconteceu ontem, a partir do gol de Rubens.

O jogador, com a camisa 44, marcou um golaço e, em questão de segundos, aqueles que antes gritavam “time sem vergonha” começaram a cantar que o Galo é o time da reviravolta e o time do amor. É assim que funciona. É o novo normal. Precisamos compreender isso para não sofrer e para lidar com esse processo de maneira harmônica, o qual é irreversível.

Dito isso, a equipe realmente estava faltando em qualidade, e ontem foi um exemplo disso. Os jogadores mereciam uma “sacudida”. Contudo, não tem como negar: o Galo é o time da reviravolta e o time do amor. Que essa vitória insana, que tem a cara do Atlético, marque o início de uma nova fase, repleta de alegria, celebrações e menos críticas.

Saudações.
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Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade