Em um comunicado divulgado nesta terça-feira (13), a Corte Arbitral do Esporte (CAS) anunciou a rejeição de um recurso apresentado pelos jogadores uruguaios Darwin Núñez, Ronald Araújo, José María Giménez, Rodrigo Bentancur, Mathías Olivera, e pela Associação Uruguaia de Futebol (AUF) a respeito de punições aplicadas durante a Copa América de 2024.
As sanções foram decorrentes de um incidente de violência que ocorreu durante a partida entre Uruguai e Colômbia, realizada em 10 de julho do ano passado. Os jogadores se envolveram em uma briga com torcedores colombianos, membros da comissão técnica da AUF e torcedores uruguaios. Após o incidente, que resultou na evacuação de cerca de 100 pessoas, os atletas foram suspensos por um período de três a cinco jogos e multados em até 20 mil dólares (equivalente a R$ 112 mil), enquanto a AUF foi penalizada com uma multa de 20 mil dólares. O objetivo da federação era anular as sanções ou, ao menos, reduzir os castigos.
Em setembro, os jogadores apresentaram um apelo, mas as punições foram mantidas. Em outubro, a CAS havia concedido medidas provisórias para suspender as sanções enquanto o caso era analisado. Contudo, o recurso foi finalmente negado. O Tribunal Arbitral do Esporte reafirmou as sanções, considerando que a conduta dos jogadores foi voluntária e violenta, desconsiderando a alegação de legítima defesa apresentada pela defesa, que argumentou a presença de familiares dos atletas na área do incidente.
Uma decisão completa, incluindo os fundamentos, será disponibilizada no site do TAS em breve, a menos que as partes solicitem confidencialidade. Para mais atualizações sobre o mundo do futebol internacional, siga nosso canal no WhatsApp.