O Atlético sofreu uma derrota contundente nesta quinta-feira (8) ao ser batido pelo Deportes Iquique, que ocupa a última posição no campeonato chileno, com três gols contra. Após esse resultado, o Galo atingiu uma média preocupante de mais de um gol sofrido por jogo desde o término do Campeonato Mineiro, gerando críticas à sua defesa.
Desde a conquista do Mineiro, em março, o Atlético disputou 12 partidas e levou 14 gols, resultando em uma média de 1,16 gols sofridos por jogo. Durante esse período, a equipe conseguiu vencer apenas três vezes, além de registrar seis empates e três derrotas.
No total, o time foi alvo de 125 chutes, um indicador que reforça a fragilidade defensiva que já vem sendo discutida nas redes sociais por parte dos torcedores.
A facilidade com que os adversários conseguem chegar à meta atleticana também é evidente. Em um jogo recente contra o Juventude, apesar de sair vitorioso sem sofrer gols, o Galo teve que lidar com uma quantidade considerável de oportunidades criadas pelo time gaúcho, que até marcou, mas teve o gol anulado. O goleiro Everson teve um papel ativo, sendo exigido em diversas ocasiões, uma constante em suas atuações.
Na partida contra o Iquique, um adversário considerado inferior, o Atlético permitiu 10 finalizações, e os três gols sofridos demonstraram a facilidade com que os chilenos penetraram na defesa, que não conseguiu proteger a meta de Everson nesta ocasião.
Atualmente, o Atlético enfrenta a ausência de dois jogadores fundamentais na defesa: o zagueiro Lyanco e o lateral-esquerdo Guilherme Arana, ambos fora de combate devido a lesões. Além disso, o volante Alan Franco, que atua na proteção da defesa, também está no departamento médico. Esses fatores podem contribuir para a vulnerabilidade que a equipe tem demonstrado.
O Galo se prepara para voltar a campo no domingo (11), às 17h30, quando enfrentará o Fluminense pelo Brasileirão, em um jogo que marca a reabertura da Arena MRV. A equipe busca não apenas uma vitória para celebrar a ocasião, mas também para se afastar da zona de rebaixamento e se aproximar do G6.