O futebol não ocupa a primeira posição entre as preferências esportivas dos cerca de 28 milhões de habitantes da Venezuela. Modalidades como baseball, basquete, ciclismo e até hipismo ganham mais destaque na cultura local. Nesta terça-feira (23), a equipe de O TEMPO percorreu as ruas do bairro Bello Monte, em Caracas, e não encontrou torcedores exibindo camisetas de times de futebol, seja de clubes nacionais ou internacionais. Apenas um homem, vestindo a icônica camisa da seleção venezuelana, a Vinotinto, se destacou. Quando questionado sobre sua equipe favorita, Edwin Sánchez, de 37 anos, foi claro: “Não sou muito fã de futebol. Não torço por nenhum time, apenas pela seleção”. Estudos revelam que o baseball é, de fato, o esporte mais amado no país, e ao caminhar pelas ruas, é fácil notar a venda de diversas camisas e bonés de equipes americanas. Nesta quarta-feira (23), o Atlético se confronta com o Caracas no Estádio Olímpico UCV, às 21h30 (horário de Brasília), em uma partida da terceira rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana.
As ruas de Caracas evidenciam o desinteresse pelo futebol na Venezuela