A 79ª edição do Festival de Cannes traz à tona a discussão sobre a representatividade no cinema global, com a notável exclusão de filmes latino-americanos na disputa pela Palma de Ouro. Apesar de um recente histórico de reconhecimento, a seleção de 2026 privilegia a presença francesa e revela uma curadoria mais conservadora. Especialistas apontam que a falta de inovação e a priorização de cineastas consagrados limitam novas vozes, enquanto a indústria de Hollywood também se mostra ausente. A análise se aprofunda nas implicações dessa escolha e nas dinâmicas do festival.
Festival de Cannes 2026: A Ausência de Representatividade Latino-Americana e o Conservadorismo na Seleção
Marc Piasecki/Getty Images