A transferência de obras de Frida Kahlo para a Espanha suscitou intensos protestos entre a elite cultural do México. Com a saída das peças programada para julho, um grupo de 380 artistas e acadêmicos questionou a decisão da presidente Claudia Sheinbaum, argumentando que a medida compromete o patrimônio cultural do país. Em resposta, o governo defendeu o acordo, prometendo que as obras retornarão até 2028, enquanto uma exposição está prevista para iniciar em junho em um museu espanhol. A polêmica destaca a luta pela preservação da identidade artística mexicana em um cenário global.
Protestos no México: Frida Kahlo e o polêmico envio de obras para a Espanha
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