A Liga RJ, encarregada da organização e supervisão das séries de acesso do Carnaval carioca, poderá ser alvo de investigação em virtude das controvérsias envolvendo os desfiles de 2026. Reginaldo Gomes, presidente da Inocentes de Belford Roxo, escola que foi rebaixada para a Série Prata, registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) contra a entidade responsável. Ele solicita que a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) examine as atividades do grupo. Durante o Carnaval de 2026, a Liga RJ enfrentou inúmeras críticas devido a uma apuração considerada duvidosa nas várias séries da festividade.
Um vídeo com a denúncia pode ser assistido aqui:
Um post compartilhado por Reginaldo Gomes (@reginaldogomesbr)
Na Série Ouro, além da Inocentes de Belford Roxo, que foi rebaixada, outras escolas também expressaram sua insatisfação, alegando um possível favorecimento à União de Maricá, que conquistou o título apesar de um desfile repleto de falhas e um acidente que deixou um indivíduo gravemente ferido. Com essa vitória, a agremiação ascendeu ao Grupo Especial.
Em declaração ao Metrópoles, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) esclareceu que “não tem qualquer influência sobre o Grupo de Acesso”, afirmando que sua responsabilidade é limitada à organização do Grupo Especial. A Liga RJ também foi contatada, mas não se manifestou até o fechamento desta reportagem. A porta permanece aberta para futuras declarações.
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