Na tarde da última quinta-feira (17/4), um tiroteio ocorreu na Universidade Estadual da Flórida (FSU), resultando na morte de duas pessoas e ferindo outras seis. O autor dos disparos seria o filho de uma xerife local, que utilizou as armas da mãe para perpetrar o ato violento. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram estudantes e funcionários em desespero, buscando abrigo enquanto a sequência de tiros e gritos ecoavam pelo campus.
De acordo com uma declaração da FSU postada no Instagram, as duas vítimas fatais não eram alunas da instituição. Até o fechamento desta reportagem, as identidades das vítimas ainda não haviam sido reveladas. O atirador, por sua vez, foi levado ao hospital e se encontra sob custódia policial.
Durante o incidente, a universidade orientou alunos e funcionários a se protegerem. “Fechem-se e mantenham distância de portas e janelas. Estejam prontos para seguir medidas adicionais de segurança”, alertou a FSU. Um grupo de oito pessoas, que estava envolvido em um projeto, se refugiou em um corredor e improvisou uma barricada com latas de lixo e tábuas de madeira. O estudante Sam Swartz, em entrevista ao Tallahassee Democrat, comentou: “Recordo-me de ter aprendido que a melhor estratégia é atrasá-los, pois eles não desejam perder tempo; o objetivo deles é causar o maior número de vítimas possível.”
Em uma atualização, o Hospital Memorial de Tallahassee informou que os médicos “receberam e estão tratando os pacientes”. Um porta-voz do hospital revelou que há seis pacientes, sendo um em estado crítico e os outros em estado grave.