Após os danos financeiros causados pelas operações com o Banco Master, o BRB busca alternativas para evitar uma advertência do Banco Central (BC). Diante de contratempos na Justiça, a instituição planeja lançar um fundo de investimento imobiliário (FII) que engloba nove imóveis pertencentes ao Governo do Distrito Federal (GDF), com o intuito de preencher a lacuna financeira – ao menos de forma provisória.
Para o BRB, essa iniciativa representa uma entrada de recursos, o que poderia ajudar a evitar possíveis penalizações do BC em decorrência do desajuste nas contas. No entanto, a situação é mais complexa do que aparenta. Na última segunda-feira (16/3), uma decisão judicial bloqueou o uso dos imóveis do GDF para operações que visavam salvar o BRB. O plano original incluía utilizar esses bens como colateral para empréstimos. Tanto o GDF quanto o BRB já recorreram dessa decisão.
Os imóveis que o GDF pretende incluir no projeto incluem o Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad), uma construção que custou mais de R$ 1 bilhão e permanece inativa desde sua inauguração em 2014.
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