O derretimento acelerado do gelo marinho no Ártico não é apenas uma mudança paisagística, mas uma crise para a vida marinha. Um estudo da Universidade de Edimburgo revela que a queda drástica na concentração de nitrato nas águas afeta diretamente o fitoplâncton, a base da cadeia alimentar. Desde 2009, os níveis de nitrato na superfície do oceano caíram de 3,1 para 1,7 micromol por litro, com consequências alarmantes para peixes, aves e mamíferos marinhos. A nova dinâmica do ecossistema pode impactar a transferência de energia e a capacidade do oceano em armazenar carbono. O que mais podemos esperar dessa transformação?
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