Uma vala comum na Jordânia apresenta novas evidências sobre uma pandemia que devastou uma comunidade há 1.500 anos. Pesquisadores da Universidade do Sul da Flórida identificaram sinais de infecção bacteriana em esqueletos, sugerindo um surto que levou a sepultamentos em massa sem rituais tradicionais. Análises genéticas revelaram a presença de Yersinia pestis, apontando para a gravidade das crises sanitárias enfrentadas por sociedades antigas. A pesquisa destaca a interseção de arqueologia e genética na compreensão de epidemias ao longo da história.
Descoberta Arqueológica Revela Pandemia que Atingiu Comunidade há 1.500 Anos
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