Um estudo recente analisou o Sudário de Turim e encontrou DNA de diversas plantas, animais e humanos, sugerindo uma rica história de contato e manipulação. As amostras revelam vestígios de espécies como cenouras, tomates e até DNA de coral vermelho, levantando questões sobre a origem e a trajetória do tecido. A pesquisa, que utiliza técnicas avançadas de genômica, indica que a contaminação ocorreu ao longo dos séculos, refletindo as interações humanas e o ambiente em que o sudário esteve exposto. Além disso, a ausência de plantas típicas do Oriente Médio desafia a conexão direta do objeto com a crucificação. O estudo, embora fascinante, reitera a datação de carbono de 1989 que situou a origem do sudário na Idade Média.
Novas Análises Genéticas Revelam Diversidade de DNA no Sudário de Turim
Philippe Lissac/Getty Images