Quase 40 anos após o maior acidente radiológico do Brasil, os sobreviventes do desastre com Césio-137 ainda enfrentam as cicatrizes físicas e emocionais deixadas pela contaminação. A tragédia começou em 1987, quando uma cápsula radioativa foi manipulada por moradores sem conhecimento dos perigos. A operação de saúde pública que se seguiu monitorou mais de 112 mil pessoas, com 249 casos de contaminação e 129 necessitando de acompanhamento médico. A série “Memórias Radioativas”, do Metrópoles, revela as histórias de vida dos afetados, como Odesson, que perdeu parte da mão e se tornou ativista, e Lourdes, que lutou contra a dor da perda da filha Leide, uma das vítimas mais impactantes. Conheça as trajetórias de coragem e resiliência diante de uma tragédia que deixou marcas profundas na sociedade goiana.
Césio-137: As Marcas Indeléveis da Tragédia em Goiânia