Na última quarta-feira (22/1), os visitantes do Bioparque Pantanal, localizado em Campo Grande (MS), tiveram a oportunidade de testemunhar um espetáculo da natureza: a troca de pele de uma píton albina. O encantador momento em que a serpente, chamada Capitu, “renova seu traje” foi registrado e compartilhado nas redes sociais do parque.
A ecdise, como é conhecida a troca de pele, é um processo crucial na vida das serpentes e requer condições específicas de umidade, temperatura e, principalmente, um ambiente de baixo estresse, conforme destacou o parque em uma postagem.
O Bioparque Pantanal é famoso por ser o maior aquário de água doce do mundo, com capacidade para quase 5 milhões de litros e uma diversidade de espécies. Capitu, a píton albina resgatada em 2023, é uma das residentes do local. A serpente foi salva pela Polícia Militar Ambiental (PMA) em um circo na cidade de Amambai (MS), onde era utilizada de forma ilegal como atração.
Considerada uma das maiores espécies de serpentes do planeta, a píton pode alcançar até oito metros de comprimento e pesar cerca de 100 kg na fase adulta. Originária da Ásia, essa espécie é classificada como exótica no Brasil, não fazendo parte da fauna nativa.
Essas serpentes são encontradas em florestas tropicais úmidas, manguezais e áreas alagadas em países como Bangladesh, Camboja e Laos. Apesar de suas dimensões atuais, com 2,5 metros e 8 kg, a píton do Bioparque Pantanal ainda é jovem, com aproximadamente três anos de idade, podendo viver até 30 anos.
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