Uma investigação conduzida pela Polícia Civil revelou que funcionários e intermediários estavam cobrando entre R$ 10 e R$ 100 pela venda irregular de agendamentos para a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), que substitui o antigo RG. As investigações sugerem que as vagas disponibilizadas gratuitamente pelo sistema oficial de agendamento do Governo do Estado estavam sendo comercializadas de maneira ilícita. Em diversos casos, atendimentos foram realizados fora da ordem regular mediante pagamentos indevidos; em outros, indivíduos se antecipavam para capturar vagas no sistema eletrônico e revendê-las a cidadãos que precisavam do serviço.
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