A pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada nesta sexta-feira (19/12), revela um aumento na avaliação positiva tanto da Câmara dos Deputados quanto do Supremo Tribunal Federal (STF). O estudo também apresenta dados atualizados sobre a percepção do público em relação ao Senado Federal.
Em relação ao STF, a aprovação positiva subiu para 33%, representando um crescimento considerável em relação a julho, quando esse índice era de 23%. A desaprovação, por sua vez, aumentou para 36%, em comparação aos 32% registrados anteriormente. A porcentagem de pessoas que consideram o desempenho do Supremo como regular caiu para 24%, frente aos 34% da pesquisa anterior. Outros 7% não souberam ou não responderam, um número menor que os 11% observados em julho.
A Câmara dos Deputados também viu sua avaliação positiva crescer, alcançando 20%, em comparação aos 15% que foram medidos em outubro. A desaprovação diminuiu, passando de 39% para 36%. Já os que consideram o trabalho da Câmara como regular somam 35%, próximo aos 36% da pesquisa anterior. O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam foi de 9%, ligeiramente abaixo dos 10% da última pesquisa.
Os dados referentes ao Senado Federal indicam uma relativa estabilidade. A desaprovação foi de 33%, quase igual aos 34% registrados em outubro, enquanto a avaliação positiva subiu para 22%, em comparação aos 18% na pesquisa anterior. A avaliação regular se situou em 34%, abaixo dos 36% da rodada anterior. O grupo que não soube ou não respondeu corresponde a 11%, em comparação aos 12% da última medição.
A desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), medida em dezembro, permanece estável, conforme os números divulgados na última terça-feira (16/12) pela Genial/Quaest. As mudanças ocorreram dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, com 49% desaprovando e 48% aprovando seu governo. Outros 3% não souberam opinar ou não responderam.
Dentro da margem de erro, os números se assemelham aos divulgados em novembro, quando a aprovação era de 47% e a desaprovação de 50%.
Por outro lado, a avaliação do governo apresentou uma variação acima da margem de erro. A porcentagem de pessoas que veem o trabalho do presidente como negativo permaneceu em 38%. Contudo, a avaliação positiva cresceu três pontos, alcançando 34% — em novembro, esse índice havia caído para 31%. Aqueles que consideram o governo como regular diminuiu para 25%, e os que não souberam ou não responderam representam 3% dos entrevistados.
Esta pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 14 de dezembro, com a aplicação de 2.004 entrevistas presenciais com pessoas de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.