A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) prevê que o recente aumento nas taxas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) pode fazer com que o custo efetivo do crédito oscile entre 14,5% e 40%, em termos de juros. Segundo Isaac Sidney, presidente da Febraban, essa elevação representa um impacto “severo”, com micro, pequenas e médias empresas sendo as mais atingidas. As projeções foram discutidas em uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e representantes dos principais bancos privados do Brasil, realizada na sede do Ministério em Brasília (DF). Sidney enfatizou que a federação se opõe ao aumento do IOF, mas optou por manter um “debate construtivo” com a Fazenda. Ele comentou que, embora criticar a medida fosse o caminho mais fácil, a escolha foi por um diálogo produtivo. O presidente ainda destacou que o país enfrenta a necessidade de equilibrar suas contas públicas, mas enfatizou que isso não deveria ser feito através do aumento de impostos.
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